sábado, 5 de abril de 2014

Nota





Nem todo fato necessita de fato ser motivado, assim como nenhum princípio é absoluto.
O que sinto, é você. Não tem nome... nem é sentimento.
É o elemento principal motivador do sentir. Distinto, obviamente, do fato de eu ser um ser em você. Da mesma forma que és, tu em mim.
E nada em mim, é mais você do que o meu sorrir. Que exageradamente surge como ideias.. E renovam a cada pensar.
A casa é tua, entre. Fique. Seja.
 E sinta.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Sede.

Eu sou... A resultante de todos que me deixaram.
Alguns se foram, outros apenas deixei ir.
Obviamente, existem os quais nunca quis que fossem, e desses ainda obtenho resquícios mal formados. Saudade, eu diria, todavia desejo que se tornem lembranças.
Para que nunca mais possam acrescentar conteúdos a mim.
As vezes, toda matéria existente já basta... Sem precisão de acrescentos.
Entretanto, muitos ainda estão por vir, e tenho ânsia de sabe-los.
Toda essa mudança me interessa, tenho sede da mesma... Desde que tornem você uma lembrança.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Fuga

Eu queria... te ligar. Escrever uma carta...
Mandar um cartão postal, até. Talvez.
Só pra fazer você lembrar, que ainda tô aqui. Que ainda sinto, e sinto muito.
Sinto tanto, que mal aguento.
Então, eu queria... ligar, escrever, mandar um cartão postal, gritar... dizendo que te amo.
É ridículo, clichê e parece ser mentira.
Parece mentira também pro meu coração, admitir que você ainda ta aqui. Mesmo não estando.
É horrível, ainda lhe sentir. Olhar pra trás e não te ver.
Me da um desespero, me sinto até louca. Acho até que sou ás vezes.
Todavia, ainda prefiro a loucura a tua falta.
Mas fostes para longe, outra dimensão talvez... Por esse motivo, busco outras distintas.
Onde tenho razão. Onde nada me atinge, a não ser o vazio.



domingo, 28 de abril de 2013

Sentindo o fim.

Já não me sinto mais, como me sentia.
Já não sinto mais o teu amor, como sentia.
Sinto teu descaso, já a todo tempo. E isso dói, menina.
Isso dói.
Pego algumas horas do meu dia, qualquer dia e fico pensando em todas decorrências do decorrer do meu ser. Sem decorrências.
Essas palavras que saem da tua boca, elas nunca fizeram sentido. E nunca vão fazer.
Não me passam de falácias.
Não uma qualquer, uma sem intenção porem com todas. Escondidas.
Creio fielmente estar ficando louca, olho para os cantos e vejo coisas. Querendo ver você.
Sinto todos cheiros, reviro o rosto. Por não ser o teu.
Eu estou ficando louca, querendo só para mim algo que não vive sem os outros.
Eu lhe trancaria, lhe tiraria de todos seres mal intencionados.
Deixar-te-ia apenas em mim, e em nosso lar.
Mesmo que nosso lar fosse a rua, mas onde os teus olhos só ficassem satisfeitos em pousar sob o meu olhar. Fora isso nada mais faria sentido.
Mas sinto teu amor escasso, e nada mais a fazer.