Eu queria sumir.
Sumir.
Sumir.
S
U
M
I
R.
O mundo já não cabe tanto tanto nós.
E de baixo dos lençóis...
Permaneço eu a sussurrar.
Eu queria sumir por um instante, á espera de um amor brutal.
Que me bata com um tremendo golpe fatal.
... Á espera de um amor bandido.
Que roube meu coração, e mate o mesmo.
Que despedace a alma e desconstrua o espaço da calma.
Que abomine os sentidos e assassine o Karma.
E relembre, ao fim, como é bom amar.
Que arrebate minhas forças.
A ponto de eu não conseguir de fato me reestruturar.
Mas olhe a vida, que engraçada.
O que tu pedes a ti os Deuses darão.
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
sexta-feira, 31 de julho de 2015
Thoughts
Andei pensando em nós...
Em tu.
Mas não em mim.
Eu me contento em sentir saudades dos dias, mas não das
noites.
As noites... Elas, envolvem teu cheiro, teu sabor e teu
calor.
Em alguns momentos um vazio inexistente toma conta, em busca
de existência.
E tu, só tu... Pode optar pela existência ou não do mesmo,
ou até mesmo a coexistência.
Esse vazio corrói, agonia e surra meu ser.
Mas ainda assim, estou em busca de melhores momentos,
aqueles... os quais vivemos ou melhor costumávamos viver.
Não contentar-me-ei da dor que há de vir com o
descobrimento deste vazio...
Mas tudo isso, são só pensamentos... ou sonhos. Quem sabe
até, alucinações.
Espero eu.
terça-feira, 23 de junho de 2015
Agonia.
Era só mais uma noite de agonia. E ela não queria mais ver o
próprio rosto...
A agonia de algo que a pertencia e não a habitava causava um
imenso desespero... Lhe fodia a mente e desconsertava o seu ser. E de repente,
ela não sabia mais o que sentir e nem o que pensar, somente sabia o que não
queria saber como sentir.
Tua profundidade a enganava, ora achavas que tudo estava
sob teu controle... Ora nada mais fazia sentido. Tudo sempre incerto e
confuso... Ela não queria mais saber disso. Estava cansada de não saber... Agir
simplesmente não era mais suficiente, nunca fora na realidade, sempre faltou
algo. E de fato, a incansável procura havia chegado ao fim.
Não por sentimento de conquista, e sim por sentimento de fracasso...
Toda dor que lhe tomava conta já não resultavam em aprendizados úteis e sim
almejo por inexistência.
Na manhã
seguinte, a rebordose de frieza lhe definia. Mal sabia ela como havia
conseguido dormir... Certamente nada mais sentia. Foi a única razão que
encontrou para explicar a si tal acontecimento. Em tua mente haviam coisas em
extremo conflito... e esquece-las era mais fácil do que imaginar o porquê das
mesmas, através de fugas, é claro. Um mal de ver as coisas como elas eram, era
a necessidade de fugir de como elas são. Mas isso era algo que ela bem sabia
como fazer, mas não sabia como parar.
A vida era de longe a coisa mais difícil que lhe foi posta
em mãos... mas até onde chegava a necessidade de se livrar da mesma? Nada fazia sentido. Pensava ela... olhava ao
seu redor e só via propostas de ilusões e nada concreto ao qual pudesse agarrar-se
e sentir-se segura. Nem a si.
Sempre disposta a ver as coisas com outros olhos... mas a
desgraça sempre invadia todas as situações...
Naquela noite o vazio se manifestou de tal forma que tuas mãos
difundiam-se em teu cabelo, e o rosto aos prantos gritavam de temor.
As mãos passavam inquietamente pelos lábios secos e
descascados e ela coexistiu com o vazio, sem nem mesmo hesitar em parar de finalmente agir.
sexta-feira, 10 de abril de 2015
Sink
Sou eu. Só eu. E meu silêncio.
Neste quarto vazio lotado de pessoas... Eu releio nossa história como se fosse o fim.
Lembro do beijo e o sinto como se fosse o último.
Te desejo como se... Jamais fosse vê-la novamente.
Tu és como novas ondas nesse mar de ilusões.
Nesse mar de aflições.
Nesse mar de confusões.
Causa aquela mesma sensação de desconhecido, sabes? Um breve desespero fermentado com euforia... Um turbilhão de sentimentos.
Todavia, tua maré é calma e gostosa... passeia por meu corpo vagarosamente, imerge-me.
Alucino á intensidade do toque de forma que chego a crer que a ti jamais tocarei ou nunca mais serei alvo do sentir da leve força do mesmo.
Confundes minha mente da melhor forma que existe.
E todos acham que tenho um problema... Permaneço á enfatizar... Se, enquadra-se na logicidade da vida mas logo penso que a mesma não a possui... Então me perco.
E me afundo.
Neste quarto vazio lotado de pessoas... Eu releio nossa história como se fosse o fim.
Lembro do beijo e o sinto como se fosse o último.
Te desejo como se... Jamais fosse vê-la novamente.Tu és como novas ondas nesse mar de ilusões.
Nesse mar de aflições.
Nesse mar de confusões.
Causa aquela mesma sensação de desconhecido, sabes? Um breve desespero fermentado com euforia... Um turbilhão de sentimentos.
Todavia, tua maré é calma e gostosa... passeia por meu corpo vagarosamente, imerge-me.
Alucino á intensidade do toque de forma que chego a crer que a ti jamais tocarei ou nunca mais serei alvo do sentir da leve força do mesmo.
Confundes minha mente da melhor forma que existe.
E todos acham que tenho um problema... Permaneço á enfatizar... Se, enquadra-se na logicidade da vida mas logo penso que a mesma não a possui... Então me perco.
E me afundo.
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