sexta-feira, 10 de abril de 2015

Sink

Sou eu. Só eu. E meu silêncio.
Neste quarto vazio lotado de pessoas... Eu releio nossa história como se fosse o fim.
Lembro do beijo e o sinto como se fosse o último.
Te desejo como se... Jamais fosse vê-la novamente.
Tu és como novas ondas nesse mar de ilusões.
Nesse mar de aflições.
Nesse mar de confusões.
Causa aquela mesma sensação de desconhecido, sabes? Um breve desespero fermentado com euforia... Um turbilhão de sentimentos.
Todavia, tua maré é calma e gostosa... passeia por meu corpo vagarosamente, imerge-me.
Alucino á intensidade do toque de forma que chego a crer que a ti jamais tocarei ou nunca mais serei alvo do sentir da leve força do mesmo.
Confundes minha mente da melhor forma que existe.
E todos acham que tenho um problema... Permaneço á enfatizar... Se, enquadra-se na logicidade da vida mas logo penso que a mesma não a possui... Então me perco.
E me afundo.

sexta-feira, 6 de março de 2015

If not you...

Se não for você...
Nada mais fará sentido, como não tem feito há tempos.
A vida parece que só terá andamento com a tua presença, meu amor.
Por que, tu fechas os olhos? Por que preferes o vazio? Se ja tens conhecimento da sua vasta abrangência e no fim de nada adiantou de fato conhece-lo.
Se não for você...
Não vou dizer que não tentaria, pois digo que também não desisto.
Andei pensando... Em lhe dizer sobre a imensidão do meu vazio a fim de coexistirmos os mesmos.
Pobre garota, por quais motivos insiste em se perder na ilusão?
Pra que dar á dor um alimento?
Por que não buscar a solução?
''Eu achei que tinha me liberto!''
Pura ilusão, flechas da verdade agonizam junto ao meu eterno sangrar.
Só queria mais uma vez, eu te juro... dançar a vida contigo.
Fariamos da mesma, um belo musical florido e com final feliz, meu amor.
Se não for você... Eu prefiro morrer.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Brevemente em apuros



Ás vezes a escuridão vem me visitar... Por intermédio de meus motivos sinto-me confortada. Mas quando não a espero, partes do meu mundo despencam na mesma. 
É como se fosse uma espécie de buraco negro que suga até não haver mais saída. Ou como um vício por uma droga, ao qual você se encurrala em meio a ilusão de estar tudo sob controle. 
Nem quando os olhos se fecham o mundo parece ser um lugar seguro, pelo contrário, procuro manter os olhos bem abertos uma vez que por dentro estou desabando em pedaços. Faltam-me palavras para descrever tal sensação, é extremamente exaustivo pensar, pensar, pensar e só conseguir sentir um vazio no peito. Um grito encurralado, um sofrimento antecipado. Literalmente um beco sem saída. 

domingo, 20 de julho de 2014

Vômito.

Eu ainda te amo. Ainda sinto sua falta. E ainda te desejo.
Eu estive pensando no que me prende a não vir dizer o que sinto por ti, e sim meu orgulho. Mas te feri tanto que meu amor por você, me prende muito mais. Sempre que lembro de algo bom, logo penso no que resultou de ruim... todas nossas memórias viraram horríveis lembranças.
Eu ainda acho que você é o melhor pra mim, ainda acho que junto a você sou uma pessoa melhor. Mas eu não quero te ferir, eu não quero te machucar.
Então, me perdoe pela covardia de não vir dizer que te amo, mas é porque eu realmente te amo. E mesmo depois de tantas pessoas, tantas situações, tanto tempo ainda insisto em crer que não passou tanto tempo assim apenas para justificar que não estou andando em círculos e sim buscando uma direção. Amo o seu sorriso. É gratificante vê-lo em teu rosto, mas sangro em meu interior por não ser a causa.
Talvez eu não saiba mais quem você é, talvez o tempo tenha lhe modificado como modificou a mim. Mas talvez, é o que descreve o talvez esse amor tenha tido fim.
Talvez morrer seria mais fácil, do que esperar a esperança morrer. Talvez, eu esteja mesmo andando em círculos e não pare ate quebrarem a minha direção.
Ainda pego aquela tua velha camiseta, a fim de conseguir sentir teu cheiro... e o cheiro de velho me faz lembrar que vivo o novo. O que explica? O amor.
Mas talvez, seja tarde demais.